Perguntem à montanha onde está a sua força,
Percorram este riacho de água translúcida,
Olhem para o céu e perguntem às estrelas,
Que luz é essa que atravessa as névoas do tempo,
Selvagens e destímidas florestas que nos abraçam,
Na primavera perguntem de onde vem o seu perfume,
Sentimos a brisa fresca do oceano salgado,
Que nos beija os lábios num dia de inverno,
Perguntamos de onde vem a tua calma que nos assalta,
Um espírito rebelde e sem saber o sentido deste caminho,
Uma amostra de luz que pede um reflexo de tempo,
Para em si descobrir uma memória da infinidade esquecida.
M.
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