nada vejo.

 Olho para mim e nada vejo,

Perscruto o tempo de ouvir a Alma,

E nada oiço,

Um peso que se abate nas encostas do meu desassossego,

Sentidos opostos que navegam ao vento,

Fulgor que se aprisiona dentro de mim,

Pesados os meus olhos,

Dorido o meu corpo,

Sentida a minha Alma,

Respiro com força para éter limpar o meu ser,

Azul refrescante e cintilante,

Assim serei mais puro para a vida.

M.

 

 

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