Moedas.

 Adrenalina que me sobe pela espinha acima,

Vontade de querer escalar o Evereste,

Sem espaço para a malicia ou ódio,

Quero viver sem saber que estou amarrado,

Posso perder tudo o que não cabe na minha Alma,

Mas a riqueza que levo comigo não se conta por moedas,

Esta é a verdade que custa muito entender,

Que só refletindo é que lá chegamos,

Mesmo que seja no leito da nossa morte.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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