devora-me.

 Devora-me a Alma deste desconcerto,

Loucura que não consigo explicar,

Caminho que atravessa rios e mar,

Fuga de sorrisos que se desprendem ao vento,

Dedos que passam por entre os fios do teu cabelo,

Sentimentos que produzem adrenalina,

Amor que queremos dar e receber,

Que desatino é o meu que não entendo,

Descobrir sentido de viver e querer,

Deixa-me ser e ter contigo um momento,

Atravessar o desfiladeiro do terror,

E banhar-me nas margens da alegria contigo.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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