mudo.

 Por entre rios e vales voa uma borboleta sem destino,

De uma semente que brota do chão até ao cimo do monte,

Ali pousa a observar a natureza como se fosse clandestino,

Busca por entre as folhas e os ramos envelhecidos o seu horizonte,

Nas suas asas a suavidade de quem estranha o seu veludo,

Afinal apenas quer voltar para o seu casulo mudo.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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