Por entre rios e vales voa uma borboleta sem destino,
De uma semente que brota do chão até ao cimo do monte,
Ali pousa a observar a natureza como se fosse clandestino,
Busca por entre as folhas e os ramos envelhecidos o seu
horizonte,
Nas suas asas a suavidade de quem estranha o seu veludo,
Afinal apenas quer voltar para o seu casulo mudo.
M.
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