liberta

 Tormento de águas turvas e opacas,

Remoinhos que mexem e remexem por entre o vento,

Assaltos de quem nunca tem a porta aberta,

Perdição em poemas sem assento,

Inflexões em terrenos sem vinhaças,

Juventude que vai à descoberta,

Alma que fica liberta.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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