texto.

 Não sei onde fui feliz no dia em que nasci,

Corri o mundo à procura de um lugar,

Para encontrar num café um luar,

Feito de açúcar doce-amargo onde reconheci,

A feição de um rosto que acreditou,

E não me fez cair e reanimou,

Como se um poder do divino tivesse visto,

A minha Alma por entre a chuva neste texto.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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