flores.

 Flores de inverno que se abrem neste caminho,

Apenas loucos que passam pela avenida,

No vento o pó de quem apenas quer ser,

Não querer ver o infinito de um sonho,

Ou simplesmente abraçar um destino,

Para um dia voltar a encontrar a sua espada,

Que quebra as regras feitas pelo ilusionista,

Numa chama de luz ao iluminar a nossa fé.

M.

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