Não sei que escolhas que fiz para merecer a dor,
Que muro de pedra deslava sou eu para saber,
Ligação que nunca fui capaz de fazer ao mundo,
Sem saber se o meu destino era andar aqui,
Ou levar até ao desfiladeiro das lágrimas a minha Alma,
E lá encontrar um repouso de quem é pouco,
No diálogo que não sei articular,
Num sentimento que não se expressa,
No abraço eterno da noite infinita.
M.
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