Abro as cortinas de mais um dia que nasce,
Olho pela janela,
Nada é escrito nas nuvens que pintam o céu,
Visto o meu casaco,
Dou mais passo apressado para correr a caminho,
Meto a mão ao bolso,
De lá encontro a esperança que me foge pelo ar,
Abro a porta,
E vou para longe onde as ondas são reflexos do tempo.
M.
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