assombro.

 Em cada movimento sou um tolo que desespera,

Num oceano de águas infinitas e sem fim,

Vertem as minhas lágrimas num espaço perdido,

Que procuro encontrar naquele lugar secreto,

Onde os predestinados procuram amar ao virar,

Aquela esquina onde os amantes ficam sem folego,

Neste assombro a que chamamos Amor.

M.

 

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