cores.

 E então agora ó chuva que molhas o meu corpo?

Leva-me até ao rio das cores da amazónia,

És tu a água que lava os pecados de uma vida?

Dá-me a essência da pureza para acreditar até ao fim,

Queres tu correr por entre os vales e desfiladeiros?

E eu mergulhar em ti para descobrir a insanidade do meu ser.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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