E então agora ó chuva que molhas o meu corpo?
Leva-me até ao rio das cores da amazónia,
És tu a água que lava os pecados de uma vida?
Dá-me a essência da pureza para acreditar até ao fim,
Queres tu correr por entre os vales e desfiladeiros?
E eu mergulhar em ti para descobrir a insanidade do meu ser.
M.