alhada.

 Uma história que não sei escrever para ver-te assim,

De uma Alma que procura a sua liberdade,

Em maresias de sonhos inacabados no infinito,

Será que teremos um momento em que nada seja ruim,

E a vida nos presentei o dom da água salgada,

Porque eu sei que não sou acólito,

Mas sei que não me quero meter numa alhada.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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