Para que chorar aqui à volta de nada,
Mágoa que me leva ao desespero,
Teimosia de querer acreditar em bem,
E nada acontecer neste vaivém,
Num medo de abraçar o meu bolero,
Que um dia quis dançar nesta balada,
Feita de amoras silvestres e ir mais além.
M.