Sinto o teu mel no beijo da tua boca,
Ficamos à chuva naquele tempero de vida,
Olho para ti e pergunto pela tua saudade,
Será para sempre que irei sentir este sal,
Quero ganhar esse teu perfume,
Na felicidade de não querer chorar,
E sozinho não ter qualquer dúvida,
Que a verdade não manual de instruções,
Mas que no teu leito irei cultivar o pomar,
Naquele sabor sentido que dá o meu gemer,
De tanto procurar o amar de morder.
M.
Sem comentários:
Enviar um comentário