Nem sei por onde começar este caminho que me atravessa,
Cheio de encruzilhadas e desvios que me levam,
Para lugares onde o pedinte encontra o seu descanso,
Ardentes fantasias que transpiram por entre os poros,
Mas que a manhã acorda no despir da noite,
Acorrentado ao pensamento que prende a visão do futuro,
À espera de que a vontade de viver possa uma vez mais ser,
Um momento esperado pelo navegante da lua,
Num cruzeiro sem vela ou sem chama,
Trilhando o pó da terra batida no seu encontro com o
destino,
Vestido para lá encontrar o rasgo da sua morte.
M.