Tulipas vestidas de vermelho num tapete de cetim,
Despidas pelo vento que trouxe consigo o hoje,
Num contraste de cores que abrem o meu coração,
Para ouvir as cordas das palavras que tu escreves,
Num poema onde eu sou apenas um cordeiro,
Que procura transcender pela iluminação de uma noite,
A inebriante essência do teu perfume vertido em mim.
M.
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