limites

Levaste o meu coração naquele dia,

Onde é que fui encontrar tal melodia,

Agora que o Sol brilha uma vez mais,

Acredito que seja o tempo que acordou,

Para ouvir as preces da minha voz,

Nas poesias que unem o meu querer,

No mudar da veste de um peregrino que esperou,

Nesta canção que foi feita para ti,

E uma vez mais viver para além dos limites.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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