emergir

 

Como neste livro que abro para ler o seu epílogo,

Distraído nas palavras que cruzam as rimas,

Bebo mais um café devagar até ao último suspiro,

Quero fazer coisas que a saudade não deixa,

Ir até junto do tempo e pedir um momento,

Para em repouso possamos emergir novamente,

E num soneto distraído transcender o corpo.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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