desordem

Caramba! Que azia sentida no vento da desordem,

Porra! Quero libertar os pensamentos e fugir,

Chiça! Deixem-me este corpo varrido ao relento,

Fogo! Não quero mais o desconforto do apego,

Bolas! Vontade desconcertante que não acaba.

M.

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