bolsos vazios

 Nem sempre sei o que dizer ao vento,

Corro como um louco pelas ruas de bolsos vazios,

Olho para ti e encontro um sorriso,

Descobrir a esperança que alguma vez foi alcançada,

Perco-me entre pensamentos em momento de humor,

Sem compreender os azeites desta rota,

Que me leva a lugares onde a magia não existe.

M.

 

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