Sem vontade de soletrar mais uma palavra nesta melodia,
Andar perdido e ao relento para sentir a filosofia,
De um poema que se desprende até ao raiar do dia,
Escrito em folhas de azevinho numa louca ousadia,
Voando em direção às verdejantes praias da Tailândia,
E sem motivo ou razão descobrir a nossa rebeldia.
M.
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