a bordo.

 Acordo neste domingo pela manhã que se abre ao sorrir,

Agarro o meu fiel de seda e sento-me para olhar o horizonte,

Aqueço ao lume o esplendor de mais um poema,

Do cimo de quem anda a monte sinto o seu odor,

Escrevo mais uma palavra neste livro que comigo vai a bordo,

Numa viagem que acaba quando o fado não é destino,

E melancolia das flores silvestres acordam ao recordar.

M.

 

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