É noite neste inverno que se abate sobre o descanso do guerreiro,
Abrigo que acende o fogo de quem luta sem armas no desfiladeiro,
Ferida que sara quando a água da fonte da alegria nasce em
fevereiro,
Montanha que desce pela verdade que um dia assim é
verdadeiro,
Numa fantasia que é vivida na geada que cobre o azinheiro,
À procura da magia escondida por trás daquele candeeiro.
M.
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