Numa onda de vento que atravessa este rio de lágrimas,
Levanto a vela para a boleia encontrar este caminho,
Salpica-me o sal os olhos que querem ver mais além,
Na luta da maresia enfrentamos as sombras não vividas,
Um marinheiro que navega com o querer de voltar a descobrir,
O leito de um paraíso construído por entre as nuvens,
E contemplar o por de sol no fim da sua linha.
M.
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