Uma réstia de esperança num rosto que nada vê,
A saudade de emergir de entre os casulos que nidificam,
Num folego de ar que se esgueira por entre a esquina à
noite,
E numa viagem entre o salgado e o doce as vozes de um anjo,
Na anunciação de um abraço celeste que se torna etéreo.
M.
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