Na voz da história infinita que uma vez sonhamos,
Um conto que é escrito pela inocência de um homem,
Percorrendo a terra do nunca pintada no céu de azul,
Saboreia a noite cintilante onde o destino não tem limites,
Naquela loucura indescritível que só os poetas conseguem,
Nascer de um berço uma visão enluarada nos apaixona,
E na memória de uma chuva miudinha ficamos a ver o Sul,
De um sol que esgueira pela penumbra de um teatro que
amamos.
M.
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