São visões que nascem daquele momento em que acreditamos,
Faço este caminho sozinho à espera de encontrar a esperança
perdida,
E naquela colina onde aponto para sol que ilumina o silêncio
que desfrutamos,
Agarro na minha mão os limites de uma viagem pela avenida,
Será assim a minha vontade de seguir em frente até descobrir
o dia,
Demónios que se vão destruir na luz daquela que me encontrou
com ousadia,
Para em mim viver uma rebeldia acordada ao nascer do
infinito fogo,
Que um dia foi encontrado na dialética de quem não quer um
monólogo,
E assim acreditar no laço eterno.
M.
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