Floresta de pirilampos que ornamentam a fantasia,
Em asas de palavras que se escrevem no cimo de um monte,
Num caminho em que a calçada é feita de lágrimas derramadas,
No frio a sensação de um arrepio que atravessa até à
falésia,
Agarrado ao momento em que sinto em ti o meu horizonte,
E sem saber se as letras são apenas ilusões de palavras
iradas.
M.
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