Esta noite que se despe perante as estrelas cintilantes,
Poder tocar o teu véu de cor azul e sentir calores ardentes,
Num frenesim de pirilampos que acreditam nos teus salvantes,
Naquela chuva miudinha que molha aqueles sacerdotes,
Vislumbrados na cortina dos amantes confortantes.
M.
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