No coração da floresta, onde as sombras dançam livres,
Um peregrino poeta, entre árvores, se esquiva,
Perdido em seu caminho, sob o manto da noite,
Tece versos de esperança, na escuridão que o açoite,
Seus passos são incertos, na trilha enigmática,
Onde murmúrios ancestrais ecoam na mata,
Mas sua alma anseia pela luz que há de guiar,
Pelas estrelas que brilham, no céu a cintilar.
M.
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