alento

 Quero acordar nos braços de um vento despedido,

Forjado nas fornalhas de um fogo que eterno,

Levo a espada que branda a epopeia de mais uma batalha,

Enfrentas o perigo e deixas a luta ser travada no céu estrelado,

Neste feito de bravura teces fios de magia sem nunca recuar,

E com a sabedoria de um guerreiro levas o amor neste eterno alento.

M.

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