rupestre

 Num desespero amarrotado num sonho de verão que foi em vão,

Fugidias mensagens que levam o vento no Sol de inverno,

Esquecimento escrito nas ondas de uma paisagem rupestre,

Sentimento doce de um sabor que é levado pelo paladar de um ouvinte,

Caminho percorrido entre as águas de um lago afortunado pelo sal,

Que uma vez disse que a imagem era apenas uma palavra num sinal divino.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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