Nem sei por este caminho ao longo deste bosque encantado me
leva,
Sigo sem medo de encontrar as sombras de um medo ferido,
Faço mais um desvio para me deleitar na margem do lago
profundo,
No seu espelho o reflexo de uma Alma percorrida na viagem à
chuva,
Sigo em frente para não mais voltar a pensar que serei uma
narrativa,
De um livro que foi escrito num vale de cor deslavada.
M.
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