Fantasia de uma memória esquecida numa folha de outono,
Mergulhada na água que me faz crescer mais um desejo de
fogo,
Sem saber por onde caminhar percorro esta senda sem sentido,
Foge por entre os dedos o tempo que o tempo tem para dar,
Na manhã em que orvalho me toca na face para lá nascer sem
estar,
No calor de uma janela que beija o Sol onde o céu é feito de
algodão,
E em tudo o que corre naquele trilho sem fim encontras o teu
festim.
M.
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