Sento-me junto ao pomar de uma brisa fresca que despe a
fruta proibida,
Malmequer que ilumina um caminho de um pedestre caminhante,
Fogo que lavra por entre os milagres de um desejo esquecido
na penumbra,
Vontade de abraçar um deserto cheio de esperança por nada
saber,
E no fundo de um momento esperar que a vida tenha a vontade
de ser.
M.
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