caminhante

Sento-me junto ao pomar de uma brisa fresca que despe a fruta proibida,

Malmequer que ilumina um caminho de um pedestre caminhante,

Fogo que lavra por entre os milagres de um desejo esquecido na penumbra,

Vontade de abraçar um deserto cheio de esperança por nada saber,

E no fundo de um momento esperar que a vida tenha a vontade de ser.

M.


lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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