Quando a manta de uma sombra sobe até ao cimo deste monte,
Sobe uma brisa pelo teu corpo ao sentir o perfume agridoce,
Na despedida do Sol que se distrai com a prata da lua
silvestre,
Foge nos seus raios de luz uma colorida imagem de um passado,
E num recanto encontrado na procura de um Ser olhas para lá,
Para nunca mais ver a névoa que encobriu a cortina da vida.
M.
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