Entoa nos fios de um vento amargo,
O sabor de quem não provou,
O doce mel dos teus lábios,
Espera pelo advento do dia seguinte,
Na esperança que não perdeu,
Por saber que um dia pode vir a ser,
Aquele que sonhou uma vez mais,
Na noite que abraçou a lua,
E se despiu para ver a luz de prata,
Que se estendia junto à costa,
Mas não beijava os seus pés,
Na vontade de lavar os seus pecados,
Ficou assim parado,
À espera que fosse mais uma passagem,
Para um mundo que fosse livre,
Do pensamento,
Da loucura,
Mas que ao acordar fosse verdadeiro,
E contigo fosse mais uma magia entoada,
No mar dos sonhos vividos.
M.
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