brumas silvestres

Fios de mel num rio que se beija a terra,

Sabores sentidos num corpo que se despe,

Para mergulhar no oceano das brumas silvestres,

Correr por entre as ondas de espuma branca,

Beijar o sal de um mar que se estende ao fundo,

De um teatro de fantasias sonhadas,

E ilustradas numa história que escrevemos,

À luz de uma lareira que nos aquece,

Para um dia recordar o momento em felicidade.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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