Vivo num delírio de uma mente perturbada,
Acordo sem pensar que dia é que vou viver,
A sonhar que alguém me dê um caminho,
A sentir a mágoa de nada ter sido,
A pensar que não sei se irei corresponder,
A enlouquecer de tanto não saber,
A respirar o ar sem entender se mereci,
Num desespero que aperta a minha Alma,
Num destino que não sei se consigo imaginar.
M.
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