espíritos selvagens

Acordes tocados numa manhã de cetim,

Luzes que tocam as estrelas no céu,

Tempo que é esquecido entre os dedos,

Madrugada de sonhos que despertam a Alma,

Suspiros de uma vida que se esgota nos dias,

Vividos entre os momentos de esperança,

Que uma noite despertou o sentimento por ti,

Num encontro de espíritos selvagens,

Acordados pela brisa de um vento de norte,

E mergulhados num oceano de paixões.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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