Eu tenho os olhos de meu Pai que acalma o meu ver,
Nas minhas mãos as rugas de quem conheceu cedo,
A luta de enfrentar as diferenças de quem um dia quer ser,
Um louco que vagueia entre pensamentos e correntes,
Que um dia vão desaguar à margem de uma vida que é vivida,
Na força de um sal que nos apimenta a vontade de correr.
M.
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