Deito-me neste campo de trigo e contemplo na escuridão as cintilantes estrelas,
Imagino o espaço e tempo que nada conseguem para a luz sentir,
Nas cortinas desta noite escuto o som de quem apela pela sua
parceira,
Passa por mim aquele vento que sentimos no despertar de mais
um sentido,
Estendo a minha mão na tentativa de alcançar o véu daquele cruzeiro
do Sul,
E sem saber beijar deleito-me no teu Amor.
M.
Sem comentários:
Enviar um comentário