Apagar do luar o refúgio que um dia encontrei,
Silenciar da mente o eco de um pensar sem cor,
Nos dias insanos, desaparecer na bruma à beira-mar,
E sem porquê, render-me ao feitiço de um amor que venceu,
Esperando, na palma da mão, o pouso suave de um verso.
M.
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