infinito

 Quando partiste rumo ao infinito em busca da esperança,

Fiquei a ver-te, firme, travar mais uma dura batalha,

Enfrentavas a vida como quem desafia o próprio destino,

E eu, sempre acreditei no teu querer e na tua coragem,

Foste farol dos que caem, guia dos que se perdem,

E em ti encontrei força — fui teu discípulo fiel,

Quis vencer, não por mim, mas para que visses em mim,

O reflexo da tua luta, o eco da tua vontade de ser.

M

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

Enviar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem