brilho

 Apaguei do céu o brilho onde me escondi,

Deixei no tempo um sonho que nunca vivi,

Nos meus delírios andei sem direção,

Na beira do mundo, perdi o chão,

E mesmo assim, deixei o vento me levar,

Sem saber se ia voltar,

Mas na minha mão, um verso quis pousar,

Como um refrão perdido no ar,

Na solidão, nasceu uma canção,

Feita do amor que venceu a razão.

M



lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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