dourado

Não sei que porta é esta que não me deixa passar,

Na sua cor de cinza-escuro vejo uma sensação de ardor,

Deito-me ao largo de uma tentação que me deixa,

Um frio a atravessar para fora do meu ser um desejo,

De acordar e ver-te ao meu lado para acreditar,

Que um sonho é feito para se realizar ao amanhecer,

E numa noite em que as estrelas voam alto,

O céu toca o Sol para lá soltar o seu encanto dourado,

Sabendo que o paraíso pode ser alcançado.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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