Borboletas que me assaltam o vazio de um encontro,
Vagueio a minha Alma em ruas perdidas junto à foz,
Num dia onde procuro a esperança de voltar a ser,
Aquele momento que algum mensageiro trouxe na carta,
Escrita nas linhas que me desenham um corpo desfeito,
E num Sol que ilumina aquela sombra que me persegue,
Num encontro que irei ter com o destino malfadado,
E num despertar dos sentimentos acordo para te ver,
No sorriso de um mar salgado junto ao meu coração,
E saber que alguma vez tive razão,
Para voltar a ser o monumento de um dia sem som.
M.
Sem comentários:
Enviar um comentário