Ondulante vibração que sinto ao te ver,
Moinhos de vento que atravessam pelo prado,
Lazarim que leva o meu demónio,
Em palavras em que nada sou versado,
Por entre terras em que não sou campónio,
Mas que por este dia eu quero agradecer,
Sem ele a noite seria um lugar sem magia,
E como água sem sal assim eu ficaria.
M.
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